foto_caymmi_01.jpg|Nos anos 30, os amigos antônio Maltês, Dorival Caymmi e Fernando Pedreira mantinham-se sempre atualizados com os últimos sucessos dos grandes artistas do rádio.|Época de ourofoto_caymmi_02.jpg|O amor pela pintura é uma constante na vida de Caymmi. Auto-retrato em óleo sem tela, de 1944.|foto_caymmi_03.jpg|Na década de 50, shows não faltavam para o baiano. O compositor se apresentava em clubes, festas e boates. Aqui, no espetáculo Cousas e Graças da Bahia, ao lado da cantora Ângela Maria, em 1952.|foto_caymmi_04.jpg|Apesar de crescer em uma família católica e se interessar pela religiosidade afro-brasileira dos candomblés, Caymmi diz não ter uma religião. "Deus aparece de uma forma diferente para mim, como uma força maior, que está assim, espalhado nas coisinhas do cotidiano", explica o baiano. Ele dedicou uma música a mãe-de-santo Menininha do terreiro de Gantois – a famosa canção a "Oração à Mãe Menininha" – , que o compositor visitava com freqüência para pedir conselhos. Da esquerda para a direita: Jorge Amado, Caymmi e Carybé com Mãe Menininha.|foto_caymmi_05.jpg|Temporada da família Caymmi no Metropolitan, no Rio de Janeiro. Dorival, sua bisneta Marina, A mulher Stella, a filha Nana, o maestro Chiquinho de Moraes e orquestra|foto_caymmi_06.jpg|Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi e Tom Jobim: os amigos se encontram em julho de 1967. Estreitos laços uniam Caymmi à mais famosa dupla de compositores da Bossa Nova.|foto_caymmi_07.jpg|Caymmi exibe orgulhoso seu violão autografado por amigos e celebridades nacionais e internacionais. "Sem o meu violão eu não sou o mesmo", diz.|